domingo, 5 de março de 2017

Senhora morre após ser picada por cerca de 500 abelhas

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Uma idosa de 84 anos morreu depois de ser picada por um enxame de abelhas, na última quinta-feira (2), em Presidente Olegário, no Noroeste de Minas. Ela foi socorrida, mas segundo a filha, não resistiu aos ferimentos e faleceu na manhã de sexta-feira (3).



O fato foi registrado no Bairro Saltador. Uma pessoa que passava pelo local viu a vítima sendo atacada e acionou a emergência do Hospital Municipal. Segundo testemunhas, o incidente ocorreu próximo a um lago, local onde ela tem costume de pegar lenha.

O hospital informou que a ambulância foi acionada e os técnicos de enfermagem que a socorreram atearam fogo a um lençol para poder espantar as abelhas com o calor e fumaça.

A idosa foi encaminhada para o atendimento de emergência do hospital, chegou inconsciente, porém o quadro foi estabilizado. De acordo com o médico plantonista, foram cerca de 500 picadas.



Na noite desta quinta-feira (2), ela foi transferida para o Hospital Regional de Patos de Minas, onde seguia estável. Contudo, familiares confirmaram que a idosa não resistiu aos ferimentos e morreu.
Após o fato, o biólogo Helder Canto Resende deu dicas de como agir em situações como esta.

Segundo o professor especialista em abelhas, os animais são da espécie Apis mellifera, popularmente conhecida como abelha-europeia, por terem sido trazidas da Europa e da África para produzir cera, velas e mel.

“Como agora as abelhas estão adaptadas ao país, ficou muito inclusive na área urbana e é preciso tomar cuidado ao encontrar uma colmeia.

É importante destacar que elas não atacam, elas se defendem, ou seja, só vai haver um acidente com ferroadas se a pessoa chegar perto”, explicou.

O especialista ainda deu dicas para evitar acidentes com abelhas.

“Como elas são defensivas, nunca chegar perto de uma colmeia sem estar protegido; nunca matar a abelha, pois quando morrem elas liberam feromônios, um cheiro natural, que vai atrair outras abelhas”, disse.

Helder Canto falou ainda que, ao receber a ferroada, não retirar o ferrão com a mão, pois pode apertar a bolsa de veneno que fica presa ao ferrão e liberar mais da substância.

O indicado é que o ferrão seja “raspado” por uma lâmina. E por fim, passar uma pomada própria ou procurar imediatamente um posto de saúde caso a pessoa tenha alergia.

via: G1










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